Novo.

Posted by | Posted in Aviso, Poesia | Posted on 16-05-2009

Essas ondas de renovações me atingiram e a vítima foi esse fraco blog. Como podem ver, a tendência aqui agora é menos fru-fru e mais texto. Novidade mesmo é o sistema de comentários, que tá mais interativo e o sistema de busca que eu deixei de boicotar dessa vez. Resolvi deixar tudo aqui, mas agora quem busca são vocês, usuários. Nada de sugestões de posts, nada de categorias, tags rodando, nada… O lance aqui é literatura.

Pra combater a falta de fru-frus, tem muito conteúdo legal chegando, preparem as idéias.

Abraços

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Dose

Posted by | Posted in Poesia | Posted on 14-07-2008

As vezes nada mais me faz feliz
Recuso a dor de ter alguém
Buscando alguns sonhos além,
Do fim que você sempre me diz

Quero ir adiante!
Leve todo esse desespero e pudor
Se continuar a sentir alguma dor,
Saia sem modificar o semblante

Vou me trancar no quarto
Encher-me do que não devo
Vou tomar os sonhos que não lembro
Ao brindar com almas que não detenho

Quero só uma dose de emoção
Algo que me tire da nostalgia
De te ver passar noite e dia
E não poder seguir em contra-mão

(Pablo Emílio) de Mattos

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Poesia de segunda [3]

Posted by | Posted in Poesia, Tecnologia | Posted on 12-05-2008

foto por: Pablo Emílio
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Se pudesse ver o quanto o céu está vermelho não morreria de paixão por ninguém. Iria segurar forte em minha mão e caminhar para um estado muito mais além…

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Poesia de segunda [2]

Posted by | Posted in Poesia | Posted on 21-04-2008

Com teu grande sorriso, ilumino meu caminho.
Essa luz de brilho forte não me cega
Revela toda e qualquer que seja a pedra
Que possa sorrir ao me ver cair bem devagarinho

[e por falar em pedras…]

Danem-se!
Reclamo exaltado.
Ninguém me fará de quadro
Para um retrato mal pintado.

Não adianta sorrir
Não pense nem em chorar.
Não conseguirá me punir,
Pois já sei como me livrar.

E digo mais:
Cuidem-se por aí
Porque quem está por vir
É o meu amor, logo atrás

E ele não vai desistir
Enquando não estiverem de lado
Soltas, rolando pelo asfalto
Que quente, vai aos poucos reprimir.

Pedras e pedras do caminho,
Levem a minha mensagem adiante
Pois tenho a Luna, e vou avante
Com a protetora do meu destino.

Pelo sorriso que encanta a minha vida…

(Pablo Emílio de Mattos)

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Poesia de segunda [1]

Posted by | Posted in Poesia | Posted on 14-04-2008

Vida de Poeta

Certa vez, me perguntaram sobre a minha vida,
Engraçado não foi a pergunta
E sim, a resposta poética…

Vida? Poeta não vive, poeta sobrevive
Atua no mundo cão
Em dias de glória descreve,
O que nos dias de azar, não lhe veio a visão

Poeta caminha, com seu passo leve
E seu pequeno penar
Com os braços abertos, recebe
O que ninguém quer abraçar

Poeta é camarada
A vida o fez assim
Depois de uma ou outra rabiscada,
Consegue uma rima até para querubim

Poeta é boêmio
E não importa se é do Rio
Se gosta de “bossa”
Pois em cada suspiro sai uma palavra nova.

E não pense que a vida é bela
Que com palavras, fugimos dela
Simplesmente, criamos outro mundo
Com os versos que vem lá do âmago, do fundo.

Poeta vive o sonho que cria
É imortal
Sua vida, não é parada
É emotiva, é intercontinental

Quando precisar,
Inicie a sua viagem
Verá que usando a sua emoção
Terá sempre uma passagem
Seja livre, solte sua imaginação

E se um dia perguntarem da sua vida de poeta,
Chore ou dê um sorriso,
Pode até ser impreciso
Pois a poesia, deixa a vida mais completa.

(Pablo Emílio de Mattos)

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ele sabia de tudo!

Posted by | Posted in Poesia | Posted on 09-04-2008

“Nada será empreendido, se todas as
dificuldades possíveis não forem, antes de qualquer
coisa, resolvidas.

Integridade sem conhecimento é fraca e inútil,
e conhecimento sem integridade é
perigoso e temeroso.

Não fique tão apressado… confiante… ou admirado com os
professores da moralidade: eles desencorajam como anjos,
mas vivem como homens.”

- Samuel Johnson, “Rasselas”, 1759

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