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	<title>Pablo Emílio de Mattos Weblog</title>
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		<title>Para tirar o pó&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 15:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Gosto de ficar aqui, ao seu lado, ouvindo sua respiração, tomando da tua água, perfumando-me do teu cheiro de amor sonolento, que espera o sol apontar seus primeiros raios na cortina de algodão para enfim suspirar. Quero sentir teus passos com os pés abaixo dos meus, quero que teus olhos castanhos fechem às janelas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de ficar aqui, ao seu lado, ouvindo sua respiração, tomando da tua água, perfumando-me do teu cheiro de amor sonolento, que espera o sol apontar seus primeiros raios na cortina de algodão para enfim suspirar.</p>
<p>Quero sentir teus passos com os pés abaixo dos meus, quero que teus olhos castanhos fechem às janelas que são os meus, quero que a única brisa presente, seja teu respirar… no céu.</p>
<p style="text-align: right;">(Pablo Emílio de Mattos)</p>
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		<title>Desejando o melhor sem dizer felicidades</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 03:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[23h45. Dez minutos antes, estava reclamando em pensamentos a falta de mensagens honestas  de quem está longe. É uma coisa estranha, todos desejam o melhor em curtas frases e com o essencial &#8220;parabéns&#8221;, seguidas do tão batido  &#8221;felicidades&#8221;. Nada contra, muitas vezes (90%, chuto eu) são verdadeiras. Mas o que mais impressiona é essa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">23h45. Dez minutos antes, estava reclamando em pensamentos a falta de mensagens honestas  de quem está longe. É uma coisa estranha, todos desejam o melhor em curtas frases e com o essencial &#8220;parabéns&#8221;, seguidas do tão batido  &#8221;felicidades&#8221;. Nada contra, muitas vezes (90%, chuto eu) são verdadeiras.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Mas o que mais impressiona é essa que chega 15 minutos antes da virada do dia, quando o coração e a mente já decidiam repousar para sentir os ganhos e o rápido passar do dia.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Uma lição de vida em oito linhas que precisam de minutos para poder ler e sentir com todo o carinho necessário. Um título estranho, com inclinações para o censurado, o quase proibido. Por ser tão íntima e personalizada, entendo que seja realmente privada.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Consigo te ouvir. Ouço a saudade, ouço as lições, ouço as risadas enviadas e ouso dizer que nenhuma outra mensagem foi melhor. Essa conversa nas estrelas foi a melhor do dia, foi a melhor de muitas de nossas conversas, mesmo que não seja tão nossa.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Estou aqui, estou feliz e agradeço por tudo. Obrigado, de coração.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;"><a id="aptureLink_OLXtqUUCCp" href="http://www.youtube.com/watch?v=55FMOJMhV9s"></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">&#8220;I&#8217;ll write you a postcard&#8221;</span></div>
<p></a></p>
<p></span></div>
<div style="text-align: right;">Pablo Emílio de Mattos<span style="color: #ffffff;">, agora mais velho =P</span></div>
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		<title>Volta</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 04:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[Não diz que o tempo é pouco, que as angústias são passageiras e que logo voltará. Teu tempo, teus dias. Este tempo, uma eternidade. Não gosto da distância, não consigo gostar do desapego e do não-querer, assim como não consigo explicitar o quanto meus sonhos têm cor com a sua imagem. São impressivos e nostálgicos: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não diz que o tempo é pouco, que as angústias são passageiras e que logo voltará. Teu tempo, teus dias. Este tempo, uma eternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não gosto da distância, não consigo gostar do desapego e do não-querer, assim como não consigo explicitar o quanto meus sonhos têm cor com a sua imagem. São impressivos e nostálgicos: remetem a situações que vivemos com mais intensidade. Fotos viram filmes e os atores somos nós dois. Flores e árvores vivem em eterna primavera e  nos encantamos com o cheiro de terra úmida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Saudade é verbete dispensável para mim. Não me interesso em sentir, muito menos em pensar em sentir. Prefiro o sentimento encantador da presença, os laços que insistem em atar e compartilhar gostos, cheiros, sabores e olhares. Nossa amargura é amar pensando em situações de perda. Como posso sentir você dentro do meu peito se imagino você distante de mim?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Amo com os olhos pertos, e amo olhar assim. Amo poder estar perto e sentir as mãos, ouvir a respiração, ter a certeza de que não falta nada além da desejável companhia. Se peço pra voltar, é para não largar mais a mão, para não mais perder o olhar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se te peço: &#8220;volta&#8221;, é para agarrar em meus braços e não mais sair, não mais hesitar em ser feliz e ver, principalmente, que a saudade é mais dispensável do que imagina.</p>
<p>Volta.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Pablo Emílio de Mattos</strong></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Tirando a poeira</title>
		<link>http://www.pabloemilio.com.br/tirando-a-poeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 02:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses últimos meses andei em parafuso. Foram muitas coisas, muitos atos, poucas promessas e, principalmente, muitas emoções. Um corpo hipertenso, uma mente perdida em vários momentos, e observações de vontades se esvaindo no simples dia-a-dia. Muitas vezes não sei o que fazer: minha mente trabalha em 220v e meu corpo em 110v. Preciso de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesses últimos meses andei em parafuso. Foram muitas coisas, muitos atos, poucas promessas e, principalmente, muitas emoções. Um corpo hipertenso, uma mente perdida em vários momentos, e observações de vontades se esvaindo no simples dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes não sei o que fazer: minha mente trabalha em 220v e meu corpo em 110v. Preciso de mais ar, mais calma, mais reflexão e espaço. E nem sempre eu consigo, admito. Preciso de mais dinheiro, de mais estudo e de mais cuidado. Devo conseguir, eu luto. Preciso de menos atos, menos promessas e, sempre,  preciso de mais ar. Estou caminhando.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas idas e voltas me fazem pensar que o mundo é um lugar bem estranho. Vontades são tomadas por atos de desespero, que incentivam o bizarro e cruel costume de se deixar levar.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou voltando. Com mais ar:</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre sonhou que poderia buscar mais do que vê. Nunca pensou que esse sonho, poderia se tornar uma simples frustração. Pudera, na linha dos olhos, só se via desafetos e contradições. Melhor pensar no que é de bem para não deixar que o sonho doce, vire uma sedutora e real maldição. Um (doce) sonho de cada vez.</p>
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		<title>faz sentido?</title>
		<link>http://www.pabloemilio.com.br/faz-sentido/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_8maOpsexsO" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;" href="http://apture.s3.amazonaws.com/0000012674f1d420bb7a11f6007f000000000001.dentro-de-mim.png"><img style="border: 0px none;" title="dentro-de-mim" src="http://apture.s3.amazonaws.com/0000012674f1d420bb7a11f6007f000000000001.dentro-de-mim.png" alt="" width="578.1005586592179px" height="388.05px" /></a></p>
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		<title>Correnteza</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 03:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[morra na praia]]></category>
		<category><![CDATA[nada]]></category>
		<category><![CDATA[nade]]></category>
		<category><![CDATA[pobre peixe.]]></category>

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		<description><![CDATA[É como se uma onda fosse me atingir pelas costas em uma praia de água tão azul quanto o céu dos filmes infantis. A areia, de tão clara, faz meus olhos se apertarem buscando um foco confortável o suficiente para conseguir identificar os pontos coloridos que me instigam. A água, salgada, bate na ferida do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É como se uma onda fosse me atingir pelas costas em uma praia de água tão azul quanto o céu dos filmes infantis. A areia, de tão clara, faz meus olhos se apertarem buscando um foco confortável o suficiente para conseguir identificar os pontos coloridos que me instigam. A água, salgada, bate na ferida do antebraço direito que insiste em arder, mesmo após um dia. No fundo, as algas parecem mãos a me agarrar os pés que insistem em ficar. Aumento a força, começo a caminhar: quanto mais ando,  mais água eu vejo. Quanto mais percebo, mais estou a afundar.</p>
<p style="text-align: justify;">Escuto vozes e não consigo entender. Parecem ser de uma língua desconhecida. Afinal, o que está acontecendo? O constante som do mar já não me deixa ouvir bem o mundo lá fora, as algas -junto a meus pés- estão cada vez mais fundas e o sal da água parece ter entrado em minha corrente sangüínea, queimando meu braço cada vez mais. Não sei se o choro que escorre pelo meu rosto adianta algo, mas prova que estou desesperado por dentro por mais que não consiga me  debater e ter força o suficiente para sair daqui.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Todas as ações me levaram a esse estado e já nem posso mais nadar,</p>
<p style="text-align: justify;">agora só preciso prender a respiração e seguir para onde essa correnteza me levar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><strong>Pablo Emílio de Mattos</strong></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>querer</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 11:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero teu sorriso, tuas covas se formando. Depois aquele abraço, sentir seu cheirinho sempre delicioso, poder te cercar com meus braços e o melhor, sentir você me proteger com os seus. Beijar sua boca bem devagar, sentir seus lábios quentes e seu sorriso sutil que se forma sempre que eu mordo a ponta da tua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quero teu sorriso, tuas  covas se formando. Depois  aquele abraço, sentir seu cheirinho sempre delicioso, poder  te cercar com meus braços e o melhor, sentir você me proteger com os  seus. Beijar  sua boca bem devagar, sentir seus lábios quentes e seu  sorriso sutil que se forma sempre que eu mordo a ponta da tua boca.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero seus  olhos fechados esperando o que eu guardo pra te entregar: amor.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Pablo Emílio de Mattos</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>2010</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 21:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviso]]></category>
		<category><![CDATA[adeus 2009]]></category>
		<category><![CDATA[vamos lá 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Desejar muitas felicidades e esperança é muito pouco, sinceramente. Que todos tenham muita saúde e, principalmente, força de vontade para nunca desistir do que é bom. Lutem, para o bem. Com o resto, a gente dá conta. Obrigado pelos sentimentos, pelas leituras carinhosas, atentas, perseverantes e furiosas. Não importa como nem com que frequência, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desejar muitas felicidades e esperança é muito pouco, sinceramente.</p>
<p>Que todos tenham muita saúde e, principalmente, força de vontade para nunca desistir do que é bom. Lutem, para o bem.</p>
<p>Com o resto, a gente dá conta.</p>
<p>Obrigado pelos sentimentos, pelas leituras carinhosas, atentas, perseverantes e furiosas.</p>
<p>Não importa como nem com que frequência, a literatura toma seu rumo.</p>
<p>Um ano justo para todos <img src='http://www.pabloemilio.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Teu cheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 13:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Teu cheiro vive em mim como um rastro de vida. Algo que quer me mostrar um rumo, mas que necessita de algo, que necessita de uma estrada, que precisa de pedras no caminho. Teu doce cheiro é forte. Esclarece algumas incertezas em caminhos que pensei que nunca percorreria, teu cheiro me mobiliza, faz eu querer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Teu cheiro vive em mim como um rastro de vida. Algo que quer me mostrar um rumo, mas que necessita de algo, que necessita de uma estrada, que precisa de pedras no caminho. Teu doce cheiro é forte. Esclarece algumas incertezas em caminhos que pensei que nunca percorreria, teu cheiro me mobiliza, faz eu querer mais a vida, mais você, mais ainda&#8230; o seu cheiro. E tudo se completa quando seu cheiro vem até mim, o céu mais limpo, o corpo mais leve, a mente mais tranquila e o meu peito lembra-te que seu lugar é aqui, dentro de mim.</p>
<p>Teu cheiro, é de amor eterno.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Pablo Emílio de Mattos</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prelúdio</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 22:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>
		<category><![CDATA[mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[verdades]]></category>

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		<description><![CDATA[Se um dia eu lhe perguntar tudo o que pensa, mate-me com as suas verdades ou cale-me com as suas mentiras - fragmento de algo maior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Se um dia eu lhe perguntar tudo o que pensa,<br />
mate-me com as suas verdades<br />
ou<br />
cale-me com as suas mentiras</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #ffffff;">- fragmento de algo maior.</span></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Nosso jogo</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 07:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[a música no conto]]></category>
		<category><![CDATA[o conto na música]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Bettencourt]]></category>
		<category><![CDATA[um jogo qualquer]]></category>

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		<description><![CDATA[Na noite, uma simples memória do que é sono e a música alta que dá ânimo para continuar mais um texto, mais um relato sobre o que é o desespero e suas vertentes como a raiva ou o peito acelerado quando se pensa em estar longe de quem se ama(&#8230;): &#8220;Dá mais cartas, baixa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na noite, uma simples memória do que é sono e a música alta que dá ânimo para continuar mais um texto, mais um relato sobre o que é o desespero e suas vertentes como a raiva ou o peito acelerado quando se pensa em estar longe de quem se ama(&#8230;):</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a id="aptureLink_L0v2RYYAvU" href="http://www.youtube.com/watch?v=xVhtX1pZS6M">&#8220;Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor&#8221;</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não importa se você já não escuta mais a minha voz. Gosto de saber que faço parte da tua vida, mesmo que distante, mesmo que você se sinta sozinho demais sem um contato meu. Finjo que não vou me importar mais: digo-lhe que a chuva continuará a cair, o sol continuará a nos queimar e continuaremos a remar nossas vidas nesse lago turvo. Para você, morri. Para mim, você vive no meu desgosto que gosto tanto, mesmo que eu demonstre apenas a insatisfação, a incapacidade de não conseguir te amar, de não conseguir te seguir por águas tão iguais e imensuráveis. Vá me perder, vá me largar aos poucos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Texto &#8211; Pablo Emílio de Mattos</p>
<p style="text-align: justify;">Incentivo &#8211; Tiago Bettencourt &amp; Mantha &#8211; O Jogo</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>99%</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 04:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>
		<category><![CDATA[eu]]></category>
		<category><![CDATA[somos todos nós]]></category>
		<category><![CDATA[sou eu]]></category>
		<category><![CDATA[você]]></category>

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		<description><![CDATA[Engraçado é tomar cada parágrafo, como se tudo fosse profissional, como se tudo fosse importante o suficiente para não ser 99% meu. Agora eu me pergunto quem é o errado? Eu ou o mundo? Eu ou a vontade de ser menos pessoal e mais apresentável para que você entenda como se eu não devesse um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Engraçado é tomar cada parágrafo, como se tudo fosse profissional, como se tudo fosse importante o suficiente para não ser 99% meu. Agora eu me pergunto quem é o errado? Eu ou o mundo? Eu ou a vontade de ser menos pessoal e mais apresentável para que você entenda como se eu não devesse um &#8220;pingo de i&#8221; para você?</p>
<p>É o que eu faço, escrevo 99% de mim, o resto, pode ser você, pode ser o mundo, pode ser ficção&#8230;</p>
<p>Prefiro continuar nas sombras, na subjetividade, nas reviravoltas que a vida causa; viva bem, mas viva o resto (também).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma sexta sem cigarros</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 12:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

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		<description><![CDATA[Lá vai o transeunte a guiar-se pelos seus molhados passos bêbados. Nada o acalma mais do que a o asfalto que se move por debaixo de seus sapatos engraxados. Louco e triste, pensa apenas se conseguirá chegar bem ao seu lar, destino final, no qual poderá relaxar, fumar seu cigarro sem pensar mais nela como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lá vai o transeunte a guiar-se pelos seus molhados passos bêbados. Nada o acalma mais do que a o asfalto que se move por debaixo de seus sapatos engraxados. Louco e triste, pensa apenas se conseguirá chegar bem ao seu lar, destino final, no qual poderá relaxar, fumar seu cigarro sem pensar mais nela como uma pessoa que vai deixar saudades. Em um campo de futebol, em margem a uma pequena pista, o lento e agonizador bêbado já não consegue mais avistar todos os obstáculos a sua frente, tropeçando e indo de cara a grama molhada. Sentindo o cheiro forte da grama amassada e molhada, ele fecha os olhos lentamente por instantes, em frações de segundo (para um sóbrio, 3 minutos) lembra de todas as tardes sentado ali, com a sua última amante, aquela em que permaneceria fielmente apaixonado, querendo suas mãos quentes por perto e, ao acordar e voltar a alcóolica realidade, levanta-se cambaleando e ainda sentindo aquele cheiro de passado feliz, que infelizmente não se repetirá.<br />
Ao chegar em seu lar, admira como as chaves cresceram e não encontram o buraco no tambor da fechadura. Fazendo muito barulho e pouco se importando com isso, já que agora voltara a sua origem extremamente só, o pensar coletivo realmente não importava. Ao finalmente encaixar, sorri e gira a chave com uma força descomunal, como se descontasse a raiva de não ter feito o que era certo, por não ter sangrado o suficiente para ser feliz e, principalmente, por escolher a extrema delicadez, sofrerá com a mais penosa solidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao entrar, fita o sofá com um desejo importuno de poder ter algo confortável que o segurasse, e pouco se importando com os recaltados sapatos novos, retira-os apoiando o calcanhar no pé, facilitando para poder retirar os sapatos sem nem desamarrar os cadarços. Nada valia mais do que poder descansar os pés que pareciam inchados demais para aquela forma. Com as pernas bambas por necessitar de um apoio no qual ele sabe que não existe, o caminho de cruzar a sala para chegar ao sofá torna-se um final de maratona, com sol a pino, asfalto quente e sem pessoas simpáticas e esforçadas para entregar copos d´água no meio do caminho.<br />
Rompe-se a fita branca e o &#8220;quase ninguém&#8221; deita com a cabeça em um dos braços do sofá, acendendo o abajur posto em uma mesa ao lado.<br />
Conforme suas retinas se ajustam lentamente para enxergar meio ao único foco de luz, o ninguém percebe a falta de sua carteira de cigarro, e lembra-se que antes de sair tinha botado na bolsa de sua amante. Levando as duas mãos ao rosto já cansado, aperta forte para sentir se tudo aquilo que está a passar é realmente verdade, afinal, o que será de um pobre apaixonado, que está solteiro e sem cigarros numa sexta-feira a noite?</p>
<p>Apenas o resto da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">(<strong>Pablo Emílio de Mattos</strong>)</p>
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		<title>Novo.</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 22:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviso]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[tudo novo de novo]]></category>
		<category><![CDATA[valeu Moska]]></category>

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		<description><![CDATA[Essas ondas de renovações me atingiram e a vítima foi esse fraco blog. Como podem ver, a tendência aqui agora é menos fru-fru e mais texto. Novidade mesmo é o sistema de comentários, que tá mais interativo e o sistema de busca que eu deixei de boicotar dessa vez. Resolvi deixar tudo aqui, mas agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essas ondas de renovações me atingiram e a vítima foi esse fraco blog. Como podem ver, a tendência aqui agora é menos fru-fru e mais texto. Novidade mesmo é o sistema de comentários, que tá mais interativo e o sistema de busca que eu deixei de boicotar dessa vez. Resolvi deixar tudo aqui, mas agora quem busca são vocês, usuários. Nada de sugestões de posts, nada de categorias, tags rodando, nada&#8230; O lance aqui é literatura.</p>
<p>Pra combater a falta de fru-frus, tem muito conteúdo legal chegando, preparem as idéias.</p>
<p>Abraços</p>
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		<title>o beijo</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 02:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Emílio de Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[vai beijar e não me enche]]></category>

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		<description><![CDATA[O beijo é uma conversa, se você não sabe falar (nem mesmo sozinho), desculpa amigo&#8230; você não sabe beijar! Beijar bem não é apenas uma questão de ter uma boca quente, macia, carnuda ou fina, é necessário se expressar, é necessário saber construir o beijo assim como é construído um texto: com ritmo, com boas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O beijo é uma conversa, se você não sabe falar (nem mesmo sozinho), desculpa amigo&#8230; você não sabe beijar!</p>
<p style="text-align: justify;">
Beijar bem não é apenas uma questão de ter uma boca quente, macia, carnuda ou fina, é necessário se expressar, é necessário saber construir o beijo assim como é construído um texto: com ritmo, com boas ações, com o timing da situação que não vem de você, virá sempre (repito: SEMPRE) do parceiro(a).<br />
Quando eu falar que é uma conversa, esqueça os debates, lembre-se da arte da dialética mas não leve ao pé da letra, por favor. Lembre-se dos sussuros mais doces, das vozes que vieram até perto dos seus tímpanos e tornaram sílabas em seda, acentos em devaneios que arrepiam, elevam a alma e o bem querer torna-se querer muito e bem. E nessa dialética dos sussuros, o barulho externo já pouco importa, um escuta o outro por dentro, sentindo o calor dos lábios, a emoção posta através do movimento das línguas é sábio, é honesto e consegue trazer toda emoção e sentimentos para aquele beijo, deixando passar desapercebido os carros ao redor, os aviões que sobrevoam destino ao aeroporto mais próximo. As luzes tornam-se desnecessárias, o beijo comove e cria um holofote por dentro de nós, iluminando apenas o que existe de bom para o momento. Não basta saber andar, falar ou ser romântico, amigo. É preciso saber beijar e entender que a síntese mais perfeita do amor é o beijo.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>(Pablo Emílio de Mattos)</strong></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">Inspirado no melhor beijo do mundo. O da minha Luna, é claro.</p>
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